
Na primeira fase, logo após a morte da vítima, a Polícia Civil de Goiás chegou ao mandante do crime. “Com a apreensão de aparelhos celulares e a partir do interrogatório do mandante, se identificou a participação de outras cinco pessoas. Dentre eles, três indivíduos intermediaram a contratação de dois executores”, explicou o delegado lotado em Marabá.
Dos cinco, um já faleceu. Dois foram presos temporariamente, ou seja, Wesley e Expedito, e outros dois possuem mandados de prisão abertos, mas ainda não foram localizados.
Prisões
A operação na região sudeste do Pará tinha o objetivo de cumprir mais um mandado de prisão temporária, além dos dois cumpridos, e seis mandados de busca e apreensão, nos municípios de Jacundá e Rondon do Pará. Dentre os presos, um é apontado como participante da execução do homicídio e outro suspeito de intermediar a contratação dos executores.
José Porto foi atingido por disparos de arma de fogo em 21 de julho de 2026, em Pontalina, e faleceu em 5 de agosto. A investigação aponta que o crime foi encomendado após uma desavença entre a vítima e o suposto mandante. O aprofundamento das diligências revelou uma cadeia de contratação e pagamentos envolvendo intermediários e executores ligados ao Pará.
Durante as buscas em Jacundá e Rondon, diversas armas de fogo foram encontradas na residência do intermediário, situada em uma fazenda. No imóvel do investigado apontado como participante da execução, foi localizada uma pistola TS, calibre 9 mm. Além do cumprimento das prisões temporárias, foram lavrados três autos de prisão em flagrante relacionados à manutenção ilegal das armas apreendidas.
fonte: correio de Carajás









