A importância da água para o sistema renal

O nosso corpo é composto por cerca de 70% de água. E alguns órgãos necessitam mais desse líquido para manutenção e funcionamento saudável. Os rins por exemplo chegam a ter mais de 80% de água, ele depende dessa quantidade de água para que seu funcionamento ocorra de forma regular.
A água é essencial para o funcionamento dos rins, e para que desempenhe suas funções: filtragem do sangue e das impurezas. Se ingerirmos pouco líquido,o rim fi ca sobrecarregado e não têm as condições ideais para realizar esse processo.Se a pessoa não toma água ela possui pouco líquido nos rins,isso é prejudicial não só para os rins, mas para todo o funcionamento do corpo.
Quando o rim percebe pouco líquido no organismo, ele concentra a urina, como reserva de água, nesses casos podem se forma pedras nos rins e na bexiga,o famoso cálculo renal.

Doença renal crônica


Outras causas de doença renal crônica incluem bloqueio do trato urinário (obstrução), certas anomalias renais (como a doença renal policística e glomerulonefrite) e as doenças autoimunes (como lúpus eritematoso sistêmico [lúpus]), em que os anticorpos danifi cam vasos sanguíneos minúsculos (glomérulos) e os pequenos canais dos rins (túbulos).


A doença renal crônica causa muitos problemas no corpo:


Quando a diminuição da função renal é leve ou moderadamente grave, os rins não conseguem absorver a água da urina para reduzir o volume de urina e a concentra. Em seguida, a capacidade dos rins de excretar os ácidos normalmente produzidos pelo corpo diminui e o sangue fi ca mais ácido, um quadro clínico chamado de acidose. A capacidade de excretar potássio diminui, levando a níveis elevados no sangue, um quadro clínico chamado hipercalemia. A produção de glóbulos vermelhos diminui, causando anemia. Altos níveis de resíduos metabólicos no sangue podem danifi car as células nervosas no cérebro, tronco, braços e pernas.


De acordo com o técnico de enfermagem de Rondon do Pará o senhor Anderson, diz que a importância da água não é somente nós rins. “Ela precisa estar em toda a circulação sanguínea, ela ajuda no controle de Pressão Arterial. Também ajuda na eliminação de excesso de resíduos, como por exemplo, a alta ingestão de açúcar. Quando você ingere bastante água, vai auxiliar no processo de filtração para que todo aquele excesso saia também, como por exemplo, pessoas que têm o costume de se automedicar”. “A medicação em alta quantidade da corrente sanguínea,que tiver em excesso, ela acaba sendo eliminada também através dos rins tendo o auxílio aí da ingestão de líquidos de água, por exemplo”.
Ele diz também sobre a passagem da água nos rins, então ela se inicia, entrando pela corrente sanguínea que vai chegar nas pirâmides, reinais é onde ocorre a filtração de todo o líquido e ali sai todo o excesso, sendo eliminado. E aquele excesso de toxinas, medicações, é açúcar no sangue a sai através das piróides renais.”


As consequências que a falta de água nos rins causa


“Aumento de Pressão Arterial, uma facilidade muito grande em contrair infecções, doenças inflamatórias, por exemplo, devido à falta de ingestão de líquidos, precisa por conta mais disso, a Pressão Arterial, que é um fato que acontece muito hoje, são pessoas relatando problemas de Pressão Arterial, às vezes crônicas, às vezes aguda, por falta de ingestão de líquidos ou má alimentação também.”
A importância sobre esse tema está relacioando no nosso município Rondon do Pará é algo necessário.
Explicar para as pessoas a necessidade que tem de ingerir bastante água por causa dos problemas que têm acontecido corriqueiramente, não só no nosso município, mas em toda a nossa sociedade, porque a falta de ingestão de líquidos de água, há um índice muito grande, a possibilidade grande da pessoa adquirir, por exemplo, problemas de pressão que é a pessoa quando se torna hipertensa, pode ser causada pela falta de ingestão, prejudicando o sistema renal onde ele retém parte de líquido na corrente sanguíneo e elevando assim Pressão Arterial. Como eu falei, a ingestão de líquidos, ela vai
auxiliar no processo de filtração e retirar todos os resíduos em excesso, como por exemplo, a própria gordura.

Votação disponível no link

Desafios para o Estado do Pará: Como as práticas garimpeiras influenciam na contaminação da água

Em uma entrevista feita com um familiar (no qual não quis ser identificado) de Sr. Domingos, que trabalhou por cerca de quatro a sete anos, em um garimpo e faleceu em 2011, foi relatado que a água do garimpo não tinha saneamento básico e que não havia banheiros. Passavam por esse estado crítico em busca de uma vida melhor para suas famílias.

 Em outra entrevista, de uma pessoa que não quis ser identificada:

 Quando você trabalhou em um garimpo?

 “No ano de 2022 até o início de 2023.”

 Quais eram as condições de vida dos garimpeiros?

 “Os donos do garimpo têm vida boa, mas os garimpeiros empregados vivem de garimpar. Trabalhando só para comer e aventurando pegar um ouro que os façam mudar de vida.”

 Onde eram jogadas as águas que utilizavam para extrair o minério?

 “A maioria dos garimpos trabalham com o sistema chamado de ‘LAVAR TERRA’, porém, muitas vezes deixam a água escorrer pelos igarapés, e outras vezes o solo absorve ela.”

 De onde vinha a água em que bebiam?

 “Na maioria das vezes de poços, muitas das vezes sem condições para consumo.”

 O Estado do Pará, conhecido por sua vasta riqueza natural e diversidade ambiental, abriga o maior número de garimpos no Brasil devido à sua vasta extensão territorial, que inclui áreas ricas em minerais, como ouro e minério de ferro. Além disso, a região amazônica do Pará apresenta desafios de fiscalização e controle, o que facilita a prática de garimpo ilegal.

O garimpo ilegal: é a prática de extração de minerais, realizada sem autorização legal ou em desacordo com as regulamentações ambientais e trabalhistas. É uma atividade clandestina que ocorre em áreas protegidas, causando danos ambientais e sociais significativos.

O garimpo legal é a atividade de extração de minerais realizada conforme as leis e regulamentações estabelecidas pelo governo. Nesse tipo de garimpo, são cumpridas as normas ambientais e trabalhistas, garantindo a sustentabilidade da atividade e o bem-estar dos trabalhadores envolvidos. O garimpo pode poluir a água de várias maneiras, como o uso de mercúrio na extração de ouro, liberado nos corpos d’água e causa contaminação. Além disso, o despejo de rejeitos e sedimentos provenientes das atividades de garimpo também pode afetar a qualidade da água ao obstruir os cursos d’água e introduzir substâncias prejudiciais ao meio ambiente.

 A contaminação da água por mercúrio é um dos principais problemas enfrentados no Pará. Este metal pesado é altamente tóxico e pode causar danos irreparáveis à saúde humana e aos ecossistemas aquáticos. Peixes e outros organismos aquáticos absorvem o mercúrio, que entra na cadeia alimentar e que, eventualmente, chega às mesas dos moradores da região, representando um risco significativo para a saúde.

 O garimpo prejudica a água no Pará de várias formas:

 1. Contaminação por mercúrio: O uso de mercúrio na extração de ouro contamina os rios e lagos, afetando a vida aquática e representando riscos à saúde humana, especialmente para as comunidades ribeirinhas que dependem dessas águas.

 2. Sedimentação e assoreamento: O despejo de rejeitos e sedimentos provenientes das atividades de garimpo causa o acúmulo de materiais nos corpos d’água, obstruindo os rios, lagos e igarapés, reduzindo a capacidade de transporte de água e afetando a biodiversidade aquática.

 3. Poluição química: Além do mercúrio, outros produtos químicos utilizados no garimpo, como cianeto, ácidos e solventes, podem ser liberados na água, contaminando-a e comprometendo sua qualidade.

 4. Desmatamento e erosão do solo: O garimpo muitas vezes envolve o desmatamento da vegetação nativa e a escavação intensa do solo, o que aumenta a erosão e o transporte de sedimentos para os corpos d’água, afetando negativamente a qualidade da água.

Esses impactos têm consequências graves para o ecossistema aquático do Pará e para as comunidades que dependem desses recursos hídricos para suas atividades econômicas e subsistência. A opinião dos paraenses em relação às águas poluídas pelo garimpo pode variar, mas muitos estão preocupados com os impactos negativos que essa atividade causa no meio ambiente, na saúde das pessoas e na sustentabilidade das comunidades locais. Muitos deles reconhecem a importância de proteger e preservar os recursos hídricos do estado, buscando soluções para combater o garimpo ilegal e melhorar a qualidade da água.

 Para enfrentar esse desafio crescente, é essencial que as autoridades do Estado do Pará, implementem regulamentações mais rígidas para o garimpo, garantindo o uso de tecnologias mais limpas e a gestão sustentável dos recursos naturais. Além disso, é fundamental promover alternativas econômicas para as comunidades afetadas pelo garimpo, de modo que possam garantir seu sustento sem prejudicar o meio ambiente.

 Em resumo, os impactos do garimpo na água do Estado do Pará são uma preocupação urgente que exige ação imediata. O equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a proteção do meio ambiente é essencial para garantir um futuro sustentável para a região e suas comunidades. É responsabilidade de todos nós, cidadãos e autoridades, garantir que a água, um recurso vital, seja preservada para as gerações futuras.

Imagens fornecidas por um entrevistado

Votação disponível no link

Trabalhadores realizam cuidados essenciais de hidratação em flores comercializadas em Rondon do Pará

A hidratação das flores é um tema muito importância para quem deseja manter a beleza e a durabilidade dessas plantas em casa ou em ambientes comerciais. A falta de água adequada pode provocar danos à saúde das flores, já o excesso de água, pode causar o apodrecimento das raízes.


A florista, Sandra Anilha, que trabalha há 34 anos com flores, proprietária da Floricultura Paris no município de Rondon do Pará, desenvolve cuidados diários com suas flores que são comercializadas em ocasiões especiais na cidade. “Para manter a beleza e a conservação da planta, é importante ter o cuidado na hora da hidratação e a temperatura adequada, pois sem esses cuidados as flores podem acabar morrendo”.


Para garantir a hidratação correta das flores, é necessário seguir algumas dicas básicas. É o que explica o vendedor de plantas, Carlos Gabriel que trabalha há 10 anos na área. “Existem algumas dicas que são essenciais para o desenvolvimento da planta. A primeira delas é escolher um vaso adequado, que possua furos no fundo para permitir a drenagem da água em excesso. Além disso, é importante utilizar um substrato de qualidade, que seja capaz de reter a umidade necessária para as plantas”.
A frequência de rega é um ponto muito importante para o bem-estar das flores, pois cada espécie de flor possui suas próprias necessidades de água.


Além da rega, é possível utilizar técnicas de hidratação complementares, como a pulverização das folhas com água. Essa prática ajuda a manter a umidade e a limpeza das folhas, além de auxiliar na absorção de nutrientes. Outro ponto importante é a escolha do local adequado para as flores. Segundo o vendedor de plantas, Antônio Feitoza, existem várias espécies de flores, e cada espécie tem o seu lugar adequado para a exposição ao sol. “Existem flores de sol pleno, que são aquelas que precisam da exposição ao sol diariamente, como a Rosa do Deserto, Kalanchoe e Bougainville. E as flores de sombra, que não precisam de exposição ao sol, com a Alpinia Purpurata, Begônia Ignita e Falsa-érica.”


Uma das flores que estão em alta no comércio local e também fazem parte das residências no município de Rondon do Pará é a Adenium, conhecida também como Rosa do Deserto, que é uma espécie que não precisa ser molhada todo dia, e que precisa bastante da claridade do sol. Mas uma dúvida que é bastante frequente para quem vai começar a cultivar é: Como é feita a regagem corretamente?
O vendedor, Itamar de Paula, que trabalha há três anos com Rosa do Deserto, explica que cultivar as plantas é algo importante para o seu desenvolvimento. “Não existe uma regra geral para fazer a regagem correta, na nossa região, é importante sempre regar todos os dias, pois se trata de um clima bastante quente. Já as rosas maiores, que são as “matrizes”, a regagem correta é um dia sim e outro não, mas sempre observando se o substrato estiver seco. O substrato ideal para o cultivo é o substrato drenante, pois quando é feito a regagem, a água é absorvida rapidamente. Outro ponto importante é a exposição ao sol, a Rosa do Deserto é uma planta de sol, ela tem que se expor ao sol no mínimo 4 horas por dia, em um lugar aberto e ventilado, e é bom sempre está podando a planta, quanto mais fazer a poda, sempre a planta ficará bonita.”

É importante lembrar que cada espécie de flor possui suas particularidades e necessidades específicas de hidratação. Por isso, é fundamental pesquisar e se informar sobre as características de cada planta antes de cultivá-las. A hidratação correta das flores é essencial para manter a beleza e a durabilidade dessas plantas. Seguir as dicas de rega adequada, escolher o vaso e o substrato corretos, além de prestar atenção ao local de cultivo, são medidas fundamentais para garantir a saúde e o vigor das flores.


Matéria produzida pela turma do 1º D matutino, da escola Dionísio Bentes de Carvalho, em Rondon do Pará.

Votação disponível no link