Conservação e distribuição inteligente da água: estratégias para amenizar o desperdício e preservar nosso recurso vital

No Brasil, a distribuição de água ocorre de maneira totalmente irregular, possuindo áreas na região Nordeste conhecidas como polígono das secas, onde as densidades demográficas são menores e ocorre maior escassez da hidro. Essa irregularidade é agravada pelo desperdício constante de água nas diversas áreas em que é utilizada.

O Brasil é um país enorme com alto índice de irregularidade em sua distribuição de água. Dentre as cinco regiões acopladas ao país, é possível citar o Nordeste como a que mais sofre com essa situação, sendo acometida fortemente pela seca em áreas conhecidas como polígono das secas. É inerente ressaltar que essa alta escassez não ocorre nas partes mais populosas da região, pois se situam próximas aos litorais, mas sim, onde a densidade demográfica é baixa. 

Além da região Nordeste, existem outros pontos no país em que a falta de água é um cenário para a população brasileira e diversos fatores podem ser apontados como agravantes dessa situação tanto na área urbana, quanto na rural. De acordo com o site Agência Brasil, “O Brasil desperdiça mais de 40% da água potável captada por causa de vazamentos, erros de medição e ligações clandestinas”. A senhora Maria Lúcia Rezende, de 67 anos, pontua: “Na minha casa tinha vazamento de cano e eu nem sabia. Passava dias sem água, achando que era porque não tinha caído na caixa. Mas era por causa do vazamento, ficava lá dia e noite e eu sem notar. Agora que descobri, resolvi, e ficou muito melhor”. Ela não sabia que havia vazamento, mas sofreu com a escassez: essa é a realidade da maioria das pessoas, que não tomam dimensão do problema que algo aparentemente simples, como vazamento de cano, pode acarretar. 


A má administração e a perda durante a distribuição de água

Mas não se engane: não é apenas em vazamento de canos que se encontra o desperdício. No país, quase oito mil piscinas de água tratada são dissipadas diariamente, o que seria suficiente para abastecer 67 milhões de brasileiros por ano. Em 2021, cerca de 40% da água potável produzida no Brasil foi perdida durante a distribuição. Além disso, também há os desperdícios que estão atrelados às áreas rurais, especialmente com relação ao agronegócio, que é o setor que mais utiliza desse recurso. De acordo com o Sebrae, em 2021, foram retirados 2.172,18 metros cúbicos por segundo (m³/s) de água dos mananciais do país, dos quais mais da metade são destinados à atividades de setores de fundamental importância para o agronegócio; no entanto, cerca de 50% desse volume é totalmente arruinado.

É primordial amenizar essa situação

Diante disso, é de suma importância avaliar quais soluções podem ser tomadas pela comunidade, a fim de amenizar o desperdício de água e as consequências dessa situação. Um exemplo para isso é observar bem todos os encanamentos, pois caso haja algum problema, logo será possível resolvê-lo e mais água será poupada; assim como fez a senhora Maria Lúcia. Evitar fazer encanações clandestinas também é uma forma de controlar esse risco. Outrossim, também é necessário cobrar políticas públicas capazes de resolver esse impasse a nível maior, como é o caso dos polígonos das secas, que sofrem com a constante escassez desse recurso tão vital e carecem de atenção governamental acerca dessa questão tão crucial.

Revisão ortográfica (Português): Lorena Lopes Rezende

Edição: Lorena Lopes Rezende

Fontes: sebrae-sc.com.br; g1-globo.com; agenciabrasil.ebc.com.br. 

Projeto da sala 2° D matutino

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Usina Hidrelétrica


A Usina Hidrelétrica de Belo Monte, localizada em Vitória do Xingu, no sudoeste do Pará, recebeu a visita técnica do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Considerada a maior hidrelétrica 100% brasileira em operação, a usina é responsável por 10,7% da matriz produtiva de energia, sendo capaz de atender, sozinha, 25% da população do país.
O ministro foi recebido pelo presidente da Norte Energia, Paulo Roberto, concessionária responsável pelo empreendimento. Em seguida, ele sobrevoou o Sítio Pimental, onde foi construída a barragem no Rio Xingu, e o Sítio Belo Monte, região onde foi implantada a casa de força principal com 18 turbinas.Durante a visita, o ministro destacou a importância do empreendimento para garantir segurança ao setor energético brasileiro. “Belo Monte tem capacidade de entregar energia limpa e renovável com baixo custo”, ressaltou Alexandre Silveira. Segundo dados operacionais, Belo Monte possui 11.233,1 MW de
capacidade instalada e garantia física média de 4.571 MW de geração de energia limpa e renovável.

Em 2022, a usina registrou um recorde de produção de energia de mais de 37 milhões MW, a maior entre as hidrelétricas 100% brasileiras. Belo Monte gerou 12% de sua energia projetada em julho alvo de ambientalistas, hidrelétrica no Pará entrega volume de energia perto de 100% apenas em metade do ano. Alvo de ambientalistas antes e depois de sua construção, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte não gerou a quantidade total de energia para o qual foi projetada em nenhum dia de 2023.

O empreendimento tem capacidade de produzir 11.233 MW (ou seja, 11,2 GW). Gerou 1.411 MW na média de julho –12% da capacidade. A hidrelétrica fica no rio Xingu, no Pará, que receberá a Cúpula da Amazônia em 8 e 9 de agosto de 2023. Chefes de Estado e líderes vão debater a preservação do meio ambiente. A hidrelétrica fica no rio Xingu, no Pará, que receberá a Cúpula da Amazônia em 8 e 9 de agosto de 2023. Chefes de Estado e líderes vão debater a preservação do meio ambiente.


BELO MONTE, A MAIOR USINA HIDRELÉTRICA 100% BRASILEIRA

O Brasil possui a matriz energética mais limpa e renovável do planeta e a Usina Hidrelétrica Belo Monte, instalada no rio Xingu, no Pará, contribui para este resultado. Com capacidade instalada de 11.233,1 MW e quantidade média de geração de energia de 4.571 MW, Belo Monte se firma como a maior hidrelétrica 100% brasileira. Com o intuito de reduzir o impacto ambiental, o reservatório Principal do empreendimento, formado na calha do rio Xingu, foi concebido à fio d’água, uma tecnologia moderna e preservacionista que atende aos mais rígidos princípios de sustentabilidade, respeitando o meio ambiente e as comunidades do entorno. Junto com o reservatório Intermediário, a área alagada do empreendimento totaliza 478 quilômetros quadrados considerada pequena se comparada à área alagada por outros empreendimentos hidrelétricos e à capacidade instalada da usina. Ambos os reservatórios estão situados entre os municípios de Altamira, Brasil Novo e Vitória do Xingu. A área de abrangência da usina ainda contempla outros dois municípios: Anapu e Senador José Porfírio.


Quais são as vantagens e desvantagens de Belo Monte?
A usina deve fornecer eletricidade para 60 milhões de pessoas quando entrar em operação. Por outro lado, está encravada na Floresta Amazônica e não o tem como não causar problemas ambientais. Confira os principais pontos contra e a favor da terceira maior usina do planeta.


A maior vantagem é óbvia: mais eletricidade. O consumo de energia sobe junto com o do PIB. Em 2010 foram 7,5% de crescimento no Produto Interno Bruto e 7,8% no do consumo de eletricidade. Sem energia, o país não cresce. E se o país não cresce você tende a perder o emprego pior do que dormir no escuro. Belo Monte, por esse ponto de vista, é uma necessidade. Mas para alguns é uma atrocidade, já que seu reservatório vai alagar uma área na Amazônia equivalente a 1/3 da cidade de São Paulo, entre outros , desequilíbrios ambientais. Por essas, Sting e o cacique Raoni já atacavam Belo Monte em 1989. Na época, a proposta de aproveitar as águas do Rio Xingu para gerar energia já era antiga: começou em 1975, no governo Geisel. Em 2011, as obras começaram.


E os protestos aumentaram. O Movimento Gota D’Água, em que atores defendem o fim das obras
no YouTube, é só o mais recente. O apelo é substituir a usina por fontes de energia eólica e solar. Para
quem defende Belo Monte, isso não faz sentido: seria mais caro e menos confiável. A maior certeza é
que, até janeiro de 2015, a data marcada para a entrega da usina, muita água vai rola nessa debate.


Entenda Os Impactos Causados Pela Construção Da Usina De Belo Monte


A construção da Usina de Belo Monte no rioXingu, localizado próximo do norte do Pará, gerou inúmeras
discussões a cerca dos impactos que ela causaria ao meio ambiente. Aos olhos de uns, os impactos são
positivos e garantem benefícios à sociedade, para outros, o projeto trará mais desvantagens do que
vantagens.
Como forma de defender a construção da usina, muitas campanhas foram realizadas apresentando
os pontos positivos. A geração de mais de 41 milhões de megawatts de energia anualmente, que seria o
suficiente para atender o consumo de 20 milhões de brasileiros, por exemplo, foi um dos pontos
apresentados.Outra questão abordada foi a respeito do desenvolvimento econômico, que segundo as
pessoas que são a favor da construção, a economia seria beneficiada através da geração de empregos.
Frente a isso, outras campanhas contra o projeto, foram realizadas. Algumas delas, aliás, contaram com a
participação de artistas renomados da televisão brasileira.


De forma geral, as pessoas que não concordam com a construção da Usina de Belo Monte, apresentam
os maleficios do projeto, como o impacto negativo que este causará ao meio ambiente. O primeiro deles é referente à inundação de áreas na cidade de Altamira e Vitória do Xingu. Isso aconteceria devido à construção de dois canais, os quais desviariam o leito do rio. Este fator afetaria o meio de transporte da população que se locomove através do transporte fluvial.


O desmatamento é um tema que também está fortemente ligado a construção da Usina de Belo
Monte, pois cerca de 640 km quadrados de floresta amazônica seriam alagados, inundados e destruídos.
Vale lembrar que este fator ainda compromete a cultura local. E, além dela, o projeto também comprometerá a flora e a fauna local.A pesca realizada por muitos indigenas que moram em Paquiçamba e Arara de Volta Grande do Xingu também seria muito prejudicada através da diminuição da vazão do rio
Xingu. Vale mencionar que muitos vivem desta prática.Logo, a Usina de Belo Monte, realmente impactará
o meio ambiente. Basta avaliar a fundo se este impacto será mais positivo ou negativo para concluir se a
implementação do projeto realmente valerá a pena.


O impacto social gerado por Belo Monte
Outra consequência importante da construção da usina de Belo Monte tem sido o impacto social
causado nas cidades ao redor. Com a chegada de milhares de trabalhadores para atender à demanda de
mão de obra para uma construção desse porte, as cidades mais próximas, como Altamira, viram sua
população crescer mais de 50% em cinco anos. O resultado disso foi um caos social sem precedentes: aumento no número de assassinatos e acidentes de trânsito, superlotação de hospitais, crise de moradia, aumento do custo de vida, etc.


Outra questão decorrente da obra é o deslocamento de populações inteiras que habitavam as áreas que
seriam alagadas. Mais de 30 mil pessoas perderam suas casas – muitas das quais não foram indenizadas
por isso. É fato que, por outro lado, muitas famílias também melhoraram de vida. Foram retiradas de palafitas e lixões e reassentadas em casas de alvenaria entregues pelo consórcio que cuida da obra da usina, como parte do acordo com o Governo Federal.

A construção da usina envolve a mão de obra direta e indireta de 40 mil trabalhadores. Muitos deles
deverão se dispensados conforme a construção vai chegando ao fim. O que será feito dessas pessoas?
Para onde elas irão? Se a maioria resolver se estabelecer nas cidades próximas, sem emprego, isso pode
agravar ainda mais o caos social. A empreiteira responsável promoverá cursos de readequação e
capacitação, mas não se sabe se todos os trabalhadores dispensados encontrarão trabalho com facilidade.


Entenda a polêmica em torno de Belo Monte
A Usina de Belo Monte é um projeto antigo, que começou a ser desenhado em 1975. Desde o
planejamento inicial até a conclusão das obras, 40 anos depois, continua cercada de muita polêmica.
Nesse meio tempo, devido à pressão de ambientalistas e povos indígenas, o projeto foi refeito muitas
vezes. O ideia original acabou sendo reduzida para tentar agradar a gregos e troianos.
Não deu muito resultado.
Junto com o início das obras, em 2011, veio uma grande comoção nacional. Artistas, personalidades,
ambientalistas e organizacoes nao governamentais uniram-se numa grande campanha contra a construção do empreendimento e reacenderam o debate sobre progresso versus preservação ambiental.

Entenda o ponto de vista de cada um dos lados:
Pontos contra a construção de Belo Monte:
– A hidrelétrica vai comprometer o escoamento natural do rio, o que pode afetar gravemente a
flora e a fauna local.
– A obra pode destruir igarapés que cortam cidades importantes do interior do Pará, como Altamira
e Ambé.
– Areas de agricultura de pequeno porte serão inundadas. Muitos produtores já perderam seu
chão.
– Também pode comprometer o transporte fluvial em algumas áreas e isolar totalmente centenas
de comunidades ribeirinhas.
– O alagamento permanente de áreas deverá destruir milhões de árvores e comprometer a vida de
muitas espécies de peixes.
– O projeto pode aumentar a pressão por desapropriação de terras indígenas, protegidas por lei.
– Especialistas dizem que as outras usinas hidrelétricas do Brasil são subutilizadas e que a
otimização das existentes poderia dispensar a construção de uma obra tão danosa ao meio
ambiente.


Pontos a favor da usina de Belo Monte:
– Com um potencial gerador de 11,2 mil MW, a usina pode fornecer energia suficiente para
abastecer 60 milhões de pessoas e colocar o Brasil em uma privilegiada posição de segurança
energética.
– A energia hidrelétrica é considerada uma fonte limpa, ambientalmente correta.
– A obra pode ajudar a desenvolver as cidades localizadas no entorno da usina e melhorar a vida
dos moradores.
– A usina atende à crescente necessidade de energia elétrica no País. Ou seja: é um projeto para
o futuro, especialmente para os habitantes da região Norte.

Produção 2º Ano A Vespetino

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A importância vital da água: uma jornada por sua influência no corpo humano

No decorrer da aceleração do ritmo de vida da população brasileira, a tarefa de manter o corpo humano devidamente hidratado é facilmente negligenciada. Todavia, de acordo com o médico nefrologista Dr. Elisandro Vital, a água desempenha um papel crucial no funcionamento saudável do corpo. “A água é de extrema importância para o funcionamento de nossos sistemas orgânicos, além de promover a manutenção das células do nosso corpo”.

Mas, para compreender da melhor forma a influência da água no corpo, é preciso primeiro entender o processo desse líquido tão importante no sistema corpóreo. Após a ingestão da água, o sistema digestivo a absorve, em seguida entra na corrente sanguínea, sendo transportada pelo sistema circulatório para todas as partes do corpo, fazendo a regulação do equilíbrio hídrico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), deve ser consumido diariamente 35ml de água a cada 1kg de peso. É importante ressaltar que grávidas e lactantes, crianças, bebês, idosos e pessoas que tendem a suar excessivamente ao realizarem atividades físicas, estão mais propícios a sofrerem com a desidratação, por isso, devem sempre estar em alerta quanto a quantidade de água consumida durante o dia.

A medida em que se consome líquidos ao longo do dia, já é iniciado o processo de hidratação. No entanto, é importante observar que algumas bebidas como refrigerantes, bebidas energéticas e bebidas alcoólicas, podem ter efeitos desidratantes, devido ao conteúdo de açúcares, cafeína e álcool, respectivamente. Portanto, o consumo desses líquidos deve ser moderado, sendo a água a melhor escolha para a hidratação, o Dr. Elisandro ainda afirma que você pode complementá-la com outras opções saudáveis como sucos e chás naturais para manter o corpo adequadamente hidratado.

Aos 20 anos, a estudante Dayanne Teixeira descobriu sua doença renal, que se deu pela não ingestão necessária de água por dia. “Às vezes com a correria do dia a dia acabava esquecendo de beber água, comecei a sentir muita dificuldade para urinar, até que chegou ao ponto de sair sangue”. Realizando alguns exames, Dayanne descobriu seu problema renal, atualmente, 7 anos depois da descoberta e diante das dificuldades, teve que aprender a viver com essa condição. “Precisei aprender a lidar com isso, se eu pudesse voltar no tempo com certeza teria feito diferente, hoje esse problema me impede de beber líquidos a vontade”.

Dayanne explica que não pode consumir mais que 500ml de líquidos em geral diariamente, uma vez que o acúmulo poderia atrapalhar seu tratamento, pois teria que forçar seu coração ao drenar o líquido. “O problema da desidratação vai muito mais além do que prejudicar apenas os rins, eu precisei descobrir isso da pior forma. Se fosse para dar um conselho, seria para beber o tanto de água recomendado, vocês não sabem a importância desse líquido transparente em nossa vida”.

Produção 3º Ano A Manhã

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Avanço de 98% na técnica de reciclagem da urina e suor de astronautas

Nasa anuncia sucesso na fase de teste de técnica que reciclagem e
purificação desses fluídos

No dia 20 de junho de 2023, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), divulgou em seu
site, que os astronautas que estavam a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS),
conseguiram reciclar 98% de urina e suor em água potável. De acordo com eles, isso indica que
estão chegando perto de ótimos resultados nas pesquisas para uma técnica avançada de
purificação de água, mas ainda estão em fase de teste.


A tripulação do ISS precisa de pelo menos meio litro de água para beber, preparar alimentos e
higiene. Com o avanço dessa técnica e a aprovação da agência, será mais fácil e possível
atender as necessidades de cada tripulante, será oportuno para futuras missões onde houver
possibilidade de reabastecimento em solo.


Após os astronautas urinarem é adicionado compostos químicos para impedir a quebra da urina
e prevenir a proliferação de bactérias. Depois disso, a urina passa por um sistema de bombas e
tubos, e vai para um recipiente cilíndrico com uma bomba de vácuo acoplada, que é
responsável por sugar o ar e diminuir a pressão interna fazendo com que o calor também
diminua, assim a água poderá ser separada do restante com o uso de nenhum tipo de calor. Esse
processo é repetido muitas vezes, para que seja extraída a maior quantidade de água possível.
Além do líquido puro, também é extraído um dejeto cheio de sal, e de acordo com Roniério
Barros de Souza, Professor de Química, é adicionado iodo para que ocorra “o processo de
captação e destilação para dessalinizar a água”, informa o professor.


Os cientistas dizem entender que a ideia de beber urina e suor pode causar nojo em algumas
pessoas, mas afirmam que no fim do processo o resultado é melhor que a água dos sistemas
municipais que usamos aqui na Terra. “A tripulação não está bebendo urina. Eles estão bebendo
água que foi recuperada, filtrada e limpa de forma que seja mais limpa do que a que bebemos
aqui na Terra. Temos muitos processos em vigor e muitos testes de solo para fornecer confiança
de que estamos produzindo água potável e limpa”, falou Williamson.


Ao ser questionado sobre o por quê de terem iniciado pesquisar sobre uma técnica de
reciclagem de água no espaço, o professor Roniério respondeu: “Este processo ocorre devido a
falta de fontes de reabastecimento desses recursos. Que não temos ainda no espaço, o que
torna-o um recurso valioso nas missões”.

Kauany Vitória Correia Santos

Produção 2º A Manhã

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Como é distribuído o consumo de água no setor agropecuário

Esse setor é apontado como um suposto consumidor de 70% das reservas mundiais de água doce, no entanto no Brasil, verifica-se que este consumo é de 72%

Segundo o Fundo de Nações Unidas para a Agricultura e Alimentos (FAO), a agricultura é o setor que mais consome água, chegando ao valor de quase 70% de toda a água usada. A pecuária também demanda grandes quantidade de água, com a manutenção do rebanho, na fase do abate, no preparo agroindustrial dos cortes e na oferta de produtos derivados, tais como leite e ovos.


Sabe-se que, apesar de ser importante que nós, em nossas casas, procuremos evitar o consumo exagerado de água, o uso doméstico não é o principal responsável por esse elevado consumo. Se analisarmos detalhadamente as atividades que mais consomem água no mundo e também no Brasil, constataremos que existem várias atividades socioeconômicas que gastam ainda mais os recursos hídricos.

“A água é indispensável tanto na agricultura quanto na pecuária, […] cada cabeça de gado, dependendo do quilo, gasta 45 litros de água”. Informa o pecuarista, Glicério Oliveira, de 73 anos, morador da cidade de Rondon, em relação a quantidade de água consumida na pecuária. Já no meio agrícola, a soja é uma das campeãs, com 1,8 mil litro para cada quilo produzido – lembrando que o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores mundiais desse produto.

Ainda segundo a FAO, a agricultura é o setor da economia que mais necessita da imposição de medidas de redução do consumo de água, pois cerca de 60% de toda a água empregada na irrigação estaria sendo perdida por desperdício. Assim, os mesmos estudos apontam que uma redução de 10% dessa perda seria o suficiente para abastecer o dobro da população mundial atual, em termos de média estatística.

Portanto, deve-se adotar outras alternativas de irrigação, como sistemas de pivô, armazenamento de água das chuvas, fertirrigação e o sistema de gotejamento. Tais alternativas evitam um grande desperdício de água na agricultura.

Produção 2º B Manhã

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A água e sua influência na vida dos moradores

A turma do 3° ano B matutino apresentará na feira de ciências desse ano “A importância da água para as comunidades ribeirinhas”. Nosso plano, é tentar representar em nosso projeto a influência do rio, decidimos abordar essa temática porque sempre foi um assunto silenciado na sociedade, para nós a água é de extrema importância, contudo ela deixa de ser valorizada a partir do momento em que decidimos polui-la, mas para eles ela faz parte da vida e sobrevivência, sendo utilizada como meio de transporte no deslocamento, e alimentação (através da pesca que é algo usado tanto para consumo próprio, como também para geração de renda).


É importante ressaltar os impactos realizados pela sociedade e como se tornam prejudiciais a esses povos, para isso realizamos uma entrevista juntamente com a jornalista Camila Gusmão, que em 2018 fez um documentário sobre o Rio Ararandeua, buscando explorar comunidades a sua volta que viviam e vivem até os dias atuais próximo às margens do rio e pesquisar sobre os impactos ali presentes, uma das primeiras questões abordadas foi sobre o que conseguiu explorar durante a pesquisa, “Fizemos um documentário sobre o Rio Ararandeua, sobre sua história e o que acontece ao redor do rio, então nós buscamos explorar as pessoas que moram ali e também até o ponto que a gente pôde pesquisar quais eram os impactos, porque a gente já sabia previamente que tinha muitos impactos e algumas coisas nós não conseguimos explorar, por diversas questões, nessa parte dos impactos buscamos também explorar sobre a mata ciliar, que é muito importante para que o rio, os peixes e a natureza continuem livres, então foi basicamente isso, as histórias de vida e os impactos que aconteceram no rio ao longo da chegada das pessoas, porque em Rondon por exemplo o único Município que o rio corta , as pessoas chegaram aqui mais o menos na década de 60 e 70 pra construir a estrada e as pessoas escolheram morar perto do rio por diversos fatores, e foram essas histórias e os impactos que surgiram a partir disso”, abordamos também o intuito da pesquisa, “Então essa era uma ideia que a gente já tinha a algum tempo de fazer algum material pra registrar a história do rio e dessas pessoas, e aí a gente conseguiu se submeter a um projeto pra um edital na universidade, a gente ganhou e fez esse produto”.

Ao ser questionada também sobre o motivo das pessoas morarem na beira do rio ela responde, “Então, na época que eu fui em 2017 tinha cerca de 60 famílias vivendo ali e vivendo da renda desse laticínio as pessoas tinham emprego ali e moraram lá perto, em relação aos indígenas, são populações que vivem a muitos séculos, a milhares e milhares de anos, porque é perto da água e do alimento deles. Tornou-se crucial então focar na importância do rio, porque o fluxo da água está inteiramente ligado ao modo de vida dos mesmos, essas comunidades desempenham um papel fundamental para nossos arredores, pois valorizam e cuidam da nossa Amazônia, sua fauna e flora, devolvendo a ela tudo que ela nos oferece, nesse projeto pretendemos levar conhecimento a população”.


Reportagem escrita por: Lethicya Oliveira Gomes
Entrevistada: Camila Gusmão
Entrevista realizada por: Rayca Bodelho, Danilo Calisto e Gustavo Xavier.

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A situação dos Rios e dos afluentes Amazônicos no Pará

O rio Amazonas e seu afl uente Ararandeua, vem sofrendo vários tipos de poluição como o despejo de esgoto doméstico, além de lixos como, sacolas, garrafas, latinhas, pneus, canudos e papéis. O desmatamento da mata ciliar, e assoreamento dos rios.


A situação do rio Amazonas está bem crítica por conta do desmatamento da mata ciliar, pela contaminação das águas por conta das substâncias que os esgoto de lixo doméstico liberam. Outro fator que prejudica o rio é o assoreamento que é causado tanto pelas ações humanas e pela própria natureza.
Esse tipo de situação é visto em todo o curso do Amazonas, em uma reportagem feita pelo G1 explica que o Rio Amazonas atingiu a maior seca já registrada na ilha de Parintins, no Amazonas. Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), essa é a pior seca da cidade dos bois Garantido e Caprichoso em 49 anos de medição. De acordo coma Estação de Monitoramento de Parintins, do SGB, o Rio Amazonas amanheceu com -190 cm, 4 cm abaixo do recorde anterior, de 2010, quando o rio tinha baixado para até -186. Isso é um efeito do desmatamento da vegetação natural que fica em volta doa rios. Mudando o clima e prejudicando as espécies subaquáticas.


O rio Ararandeua é um curso de água com nascente no município de Açailândia, no Maranhão. Ele corta todo o município de Rondon do Pará, até a sua divisa com o município de Goianésia do Pará, onde ao unir-se ao rio Surubiju e forma o importante rio Capim. Em uma entrevista com a engenheira agrônoma e ex-secretária de meio ambiente do município, Márcia Azevedo, ela conta detalhes sobre esse patrimônio natural do nosso município.


“O Rio Ararandeua nos primeiros 30Km, por dentro do nosso município, onde a gente tem mais conhecimento, ele não chega a secar e nem transbordar”. Em relação aos benefícios que esse rio nos proporciona ela cita alguns a qual temos conhecimento e outros a qual nem sabíamos “Para nós Rondonenses ele proporciona o Ecoturismo. Aqui na região do Surubiju é cercado de balneários, além da pesca, porém o mesmo ecoturismo que podemos usufruir dele, também é um problemas para o rio, eu vou sempre fritar situações que podem beneficiar a nós seres humanos, nós moradores e usuários do Rio com a econômia e lazer. Aqui em Rondon por ser uma cidade pequena, ela não tem grandes opções de lazer, sendo assim o rio Ararandeua é uma das nossas opções mais procuradas, e também ter o cuidado de não deixarmos lá o nosso resíduo, o nosso lixo”.


Para ajudarmos a proteger os rios, o que é um dever nosso ela nos disse o seguinte “Primeiramente o esgoto ele não pode ser, descartado diretamente no rio sem ser tratado, no nosso município existe um problema… nosso esgoto infelizmente é jogado nos rios, só que é importante dizer que, esse esgoto que vai pra lá, ele não é o esgoto doméstico, aquelas galerias que deságua lá nos rios o propósito delas quando foram construídas, não foram para o esgoto doméstico, ele foi feito para escoar a água da chuva, pelo motivo da cidade ser muito ladeirada, as águas deviam, já chegou a ter mortes por conta disso, elas foram construídas no fi nal dos anos 80, no comecinho dos anos 90”.


“Mas infelizmente ao longo do tempo as pessoas foram ligando os seus esgotos de residência nessas galerias, então hoje nós temos o esgoto que chega lá, que era pra chegar somente água da chuva, chega também com água de ligação clandestina de esgoto. Infelizmente a cidade não tem o sistema de esgoto sanitário, não é uma crítica porque isso é visível para todo mundo, pois o esgoto é a céu aberto, tendo como única trajetória o rio, agora em defesa do município, temos projeto para isso, porém é muito caro e não temos verba para isso, temos que depender de verbas federais”.


O desmatamento da mata ciliar tem suas consequências, quando é perdido essa vegetação natural que se tem em volta dos rios, retira os “escudos dos rios” pois é essa mata que protege o rio, com a retirada dela acontece o assoreamento dos rios assim causando as secas, como vimos recentemente no Amazonas e no Rio Negro, a Márcia conta que ela participou de um Reflorestamento da mata ciliar existente ao redor do Ararandeua. “Foi uma experiência incrível, é um trabalho que eu tenho muito orgulho. Nós mapeamos as áreas devastadas por imagens de satélite, e vimos as sementes de cada região, se era açaí, ou mata braba mesmo”.


“A gente conseguiu construir uma capsula orgânica, o que era essa capsula orgânica? Era uma estrutura feita de Barro, com casca de coco, fertilizante que nós colocamos, e junto disso as sementes. A quantidade de sementes variavam muito, se as sementes fossem grandes a gente coloca 10 sementes, se fosse pequenas eram 20 e assim por diante, essa estrutura a gente chamava de “bomba de semente”. Eram escolhidas plantas que iriam se adaptar no local jogado”.


“Para conserguimos as sementes, realizamos um campeonato “A copa verde” e aí os jogadores dos times tinham uma tarefa, era conseguir as sementes, e assim a gente conseguiu produzir 10 mil bombas de semente e 180 mil sementes. E tipo foi um trabalho muito bem organizado, conseguimos parceria com o exército e eles enviaram 50 militares para ajudar a produzir as bombas, e conseguimos também um helicóptero para fazermos o bombardeio de sementes e deu super certo. Para vocês terem noção, depois de alguns dias, quando fomos lá e todos nós vimos as sementes germinando, rodo choraram, tinha marmanjos de barba chorando por verem pequenas sementes germinando, foi muito lindo mesmo, me orgulho bastante desse trabalho.”


A importância do Rio Ararandeua para o nosso município é bem visível para quem éda região e quem está visitando, tanto econômicamente quanto em lazer, ele se tornou um patrimônio para nós, pois todos que chegam, fazemos questão de levar para tomar um banho nesse rio de água gelada. Assim como o Ararandeua todos os outros rios e os afl uentes são importantes, são um patrimônio para todo o Brasil.

Produção 1°C Matutino 

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Barragens e seus impactos ambientais

Barragens são obras de engenharia construídas para conter e armazenar grandes volumes de água, podendo também proporcionar a armazenagem de outros materiais líquidos e sólidos. Estas construções, feitas transversalmente nos cursos hídricos, são utilizadas para diversos fins, que variam a depender do tipo de barragem, e, por sua vez, varia de acordo com o terreno, o material e, é claro, a finalidade para qual a obra foi construída. As barragens podem ter como objetivos:
Reserva hídrica; Retenção de sedimentos, no caso de áreas em erosão, ou erodidas; Geração de energia
hidroelétrica; Contenção de rejeitos industriais; Controle de cheias.

Os diversos tipos de barragens
O tipo de barragem depende da finalidade da construção, do material empregado na
construção do terreno no qual a obra será empregada. São diversos os tipos de barragens,
reunimos os mais comuns:

BARRAGENS DE HIDRELÉTRICAS

Uma barragem hidrelétrica tem por finalidade represar e armazenar água, matéria-prima para
a produção de energia hidrelétrica. Também é função da barragem obter o desnível necessário
para girar as turbinas das unidades geradoras.

BARRAGENS DE TERRA

Barragens de terra são comuns, justamente, pela diversidade de fundações capazes de apoiar
a construção e cumprem a função de armazenamento hídrico. Esta categoria de barragens se
divide em dois subtipos: zoneada e homogênea
No caso das barragens homogêneas a estrutura das mesmas é composta por um único
material. Por outro lado, as zoneadas possuem camadas de materiais impermeáveis, a fim de
manter a estabilidade estrutural do núcleo.

BARRAGENS CONTRAFORTE DE CONCRETO

No caso dessa barragem, lajes de concreto são sustentadas por poderosos contrafortes,
também, de concreto. Essa é uma categoria de barragem que exige uma fundação muito bem
preparada e planejada, uma vez que é geralmente utilizada para comportar grandes volumes,
sendo necessário, em alguns casos, usar tirantes e injeções de calda de cimento.

BARRAGENS DE REJEITOS

As barragens de rejeitos, comumente, utilizadas em processos industriais e de mineração,
são consideradas as mais empregadas e podem ser construídas de terra, enrocamentos
(maciços compostos por blocos de pedra compactados em camadas) e até mesmo com os
próprios rejeitos que seriam armazenados na barragem, num processo chamado de
“alteamento a montante”, o que também a caracteriza como uma das mais em conta.

BARRAGEM DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO

Em geral construídas sobre fundações rocha são, possuem uma face de concreto
impermeabilizado e constituição interna composta de enrocamentos. É sempre necessário a
vigilância na zona de encontro das placas de concreto com a fundação quando a construção se
der sobre terreno deformável.

BARRAGEM EM ARCO

São obras construídas especialmente em vales estreitos e que devem possuir boas condições
de apoio lateral, as obreiras, geralmente compostas de rochas. Essa barragem em especial
necessita de uma fundação muito resistente e sobre rocha sã, necessitando-se de escavações
muito profundas.

Barragens reduzem a biodiversidade e causam extinção de espécies aquáticas, particularmente os peixes, são vulneráveis aos impactos das barragens. Moran explica que a barragem de Itaipu, construída na fronteira do Paraguai com o Brasil, nos anos 1970 e 1980, resultou em uma perda de aproximadamente 70% da biodiversidade. Na barragem de Tucuruí, construída nos anos 1980 na amazônia, houve uma queda de 60% na produtividade dos peixes”, completa Moran.


No dia 25 de janeiro de 2019, às 12h28, a barragem da Mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale, em Brumadinho, se rompeu, causando a morte de 272 pessoas e espalhandoresíduos de minério pela bacia do Rio Paraopeba. Em 2023, a tragédia completa quatro anos. A data foi instituída como Dia de Luto em Memória das Vítimas do Rompimento da Barragem 1 da Mina do Córrego do Feijão, pela Lei 23.590, de 2020.

Uma medida para prevenção da ruptura da barragem é a elaboração derelatórios mensais que contenham todas leituras e relatos das inspeções rotineiras realizadas ao longo do mês. No fim, este documento torna mais fácil a análise de irregularidades na obra.

ENTREVISTA COM O GEÓLOGO


Eu me chamo Chrystophe Ronaib Peixoto da Silva eu sou geólogo geotérmico faço
acompanhamento dos furos de sondagem nas barras aqui de Carajás.
O QUE OCASIONA O ROMPIMENTO DE UMA BARRAGEM ?
Basicamente, o rompimento de uma barragem está condicionada a entrada de água dentro do corpo da barragem,talvez por um mal dimensionamento do projeto, talvez por um aterro mal compactado. Isso pode gerar, o rompimento de uma barragem. Existem três processos principais que ocasionam o rompimento de uma barragem. O primeiro é o paip. É justamente, são os fluxos de canais dentro do corpo da barragem,Isso pode gerar um rompimento de uma barragem. O outro é processo de liquefação. É o que aconteceu lá em Brumadinho, Quando o solo perde a capacidade dele, e se torna um solo no estado líquido viscoso,isso também pode ocasionar o rompimento de uma barragem. E por último, é o
galgamento, que é justamente a capacidade limite da barragem atingido e isso pode afetar a
estrutura da barragem.
QUAL É A PROFUNDIDADE DE UMA BARRAGEM? E QUAL É SUA ALTURA?
É muito variado, A altura e a profundidade da barragem depende muito, é da capacidade de água ou rejeito que se deseja armazenar dentro dessa barragem, tá pode variar. Existem barragens de 50 metros de 100 metros 150 metros então, o que vai determinar isso é a capacidade. Que se deseja armazenar de água o rejeito dentro da barragem.
QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS PELA FISCALIZAÇÃO DAS BARRAGENS ?
Os responsáveis por fiscalizar as barragens são os engenheiros geotécnicos,ou os geólogos
geotécnicos, e essa equipe,são eles que coordenam nessa parte da fiscalização e
gerenciamento das barragens.
AS VANTAGENS E DESVANTAGENS EM RELAÇÃO ÀS BARRAGENS?E A IMPORTÂNCIA DELAS?
Na minha opinião, é sobretudo a questão de que as barragens. Ela é uma forma de energia renovável,é uma fonte de energia renovável, além de ser uma fonte de energia limpa, mais barata,Isso é basicamente, as vantagens. Agora, as desvantagens está principalmente relacionado ao meio ambiente, É você precisa destinar uma boa área, Para fazer a barragem, você precisa tirar os animais, do local, a questão da mata ciliar, também é retirado, além disso, a população que mora no entorno de onde vai ser construída a barragem, ela tem que ser retirada também. Então, isso são as desvantagens em relação as barragens de mineração.

Produção 3º E Manhã

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A história do abastecimento de água em Rondon do Pará

As dificuldades para o fornecimento equilibrado nas regiões da cidade

O município de Rondon do Pará foi fundado em 1962, e por ser uma localidade de considerável longa data, já recebeu alguns nomes, como quais: a famosa Candangolândia de Arinos Brasil e Vila Rondon. Em seu início, por ser uma cidade em desenvolvimento, não havia água encanada. Segundo relatos, uma prática corriqueira para minimizar esse problema era a ida às margens dos rios.


Os moradores levavam baldes e até mesmo lavavam roupas e louça no local, como conta Dorismar, uma residente há 35 anos e Laurinda, que chegou na região na década de 70. “A água não era encanada, a gente tinha que descer pro rio pra pegar água tinha pulso e igarapé que a gente usava” Relata Dorismar. “Tudo fazia no rio, lavava roupa, lavava vasilha, aguá pra beber a gente ia lá na ‘rua do buraco’ pegar” Diz Laurinda.

Rua dos Pioneiros, popularmente conhecida como “Rua do Buraco” era muito visitada por conta
da presença do Rio dos Garimpos e de poços criados pela população

De 1978 à 1980, O SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) começou seus serviços no município vizinho de São Domingos do Capim e em 5 de dezembro de 1984 se desmembrou para Rondon do Pará, após a região receber a denominação de município. De acordo com Maria de Lurdes Almeida Chaves, a diretora da companhia de saneamento na cidade, houve um significativo avanço na captação de água, quando comparado ao começo dos trabalhos: “Nós tivemos um avanço no sistema… começou com bateria de poços na captação 1 na Rua Bahia e depois passou para captação 2 no Centro, e disso foi desenvolvendo para os bairros, e hoje nós temos o desenvolvimento para todos os bairros”.

Dessa forma, a atual água distribuída para os povoados da localidade que se refere, advém de poços artesianos, isto é, águas subterrâneas que são notoriamente mais saudáveis. Estima se que existe cerca de 8 a 9 poços tubulares, conforme a Secretária do Meio Ambiente. Todavia, mesmo que haja um número considerável para um bom abastecimento para as moradias, ainda há alguns percalços a serem averiguados.

Sob esse viés, é possível observar que a escassez de H2O não afeta somente um âmbito da comunidade, e sim como um todo, a exemplo dos bairros antigos e os novos. Consoante o morador Pedro, que reside há uma década e atualmente habita o Centro, há falta de água em sua residência diariamente. “Tem vez que passa o dia sem vir uma gota d’água, e fica sem água e aí fica, sendo sempre assim”. Assim como, uma habitante do bairro Parque Elite queixa se dos mesmos problemas.


Segundo o Secretário do Meio Ambiente Weliton Santos Porto, há alguns tópicos a serem analisados para compreender a razão desses impasses. Em primeiro plano, pontua se a desigualdade social que potencializa a problemática, assim, dificulta ndo o investimento em caixas de água nas residências para o armazenamento do líquido. Em segundo plano, destaca se as questões climáticas, no qual em um período de dois anos houve o secamento dos lençóis freáticos, abrandando a captação de água dos poços.


Ademais, em conformidade com a Diretora do SAAE, Rondon do Pará apresenta elevações geográficas que dificultam o abastecimento para as demais áreas. Diante dos fatos supracitados, conclui-se que, o fornecimento de água na cidade de Rondon do Pará não atende toda a população, falta água repentinamente deixando a maioria a deriva e desfavorecidos, impossibilitado os de realizar seus afazeres diários.


Logo, é evidente que, deve se tomar medidas na questão do abastecimento de água, através de união de empresas ou iniciativa privada desenvolvendo projetos como: preservar rios resultando maior longevidade de fornecimento de água, o planejamento sustentável do tratamento de esgoto é crucial, e principalmente investir em educação ambiental tanto nas escolas quanto para os moradores, pois é dever da sociedade também economizar água e desenvolver uma consciência mais ampla sobre o assunto.

Em suma, nossa água é imprescindível para o bom funcionamento da cidade , portanto preserve, contribua com ideias, o resultado será recompensador.

Produção 2º C Manhã

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A agricultura sustentável por meio da horta hidropônica

A agricultura sustentável vem sendo bastante discutida sobre alternativas para o desperdício da água. Dentro desse contexto, a horta hidropônica vem sendo usada como uma grande opção para a atualidade. De acordo com o agrônomo João Marcos, graduado em Agronomia pela UFRA, a hidroponia ajuda na economia da água na questão que a mesma água do início do projeto, vai ficar circulando no sistema de hidropônico. Ou seja, não vai ser descartada em nenhum momento. Mesmo que que aja alguma bactéria maléfica para outro cultivo dentro da hidroponia, essa água pode ser usada em outras plantações
diferentes.


A horta hidropônica nada mais é que um sistema de cultivo de plantas que não utiliza solo como meio de crescimento. Em vez disso, as plantas são cultivadas em água enriquecida com nutrientes, permitindo que suas raízes se desenvolvam. Sua função é inovar como as pessoas veem a agricultura e expandí-la para mais brasileiros. Portanto, essa horta tem como objetivo facilitar o acesso ao agro para brasileiros tradicionais. Dessa forma, com algumas garrafas pets ou até mesmo canos de pvc, se torna possível ter uma dentro de casa.


Em entrevista, o engenheiro agrônomo João Marcos quando perguntado sobre a importância da hidroponia na produção de alimentos, ele diz que “A gente consegue, em um espaço pequeno, produzir bastante alimentos sem precisar de uma grande quantidade de espaço para produzir um número bom de alimentos”.

No caso, atualmente a hidroponia atualmente é mais utilizada para a horticultura, como couve, alface, coentros plantas de curto período para ter um retorno mais rápido. Além disso, nas plantações, é possível criar condições dentro da hidroponia para que consiga ter resultado em um curto espaço de tempo, até
mais que o solo. A horta hidropônica traz benefícios lucrativos para o cultivador. Lucro em pouco tempo e de fácil comercialização. Assim, o projeto tem futuro promissor para a água e a população. Na atualidade, a hidroponia faz sentido para um Brasil melhor e mais sustentável.


Projeto do 3° Ano C (matutino)

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